Painel bonito com dado ruim não decide nada
A maioria das fábricas já tem Power BI ou algo parecido. O problema raramente é a ferramenta: é o dado que chega atrasado, digitado no fim do mês ou calculado de forma diferente por cada área.
Os painéis abaixo funcionam quando o apontamento é feito na hora — no celular, num app ou no próprio sistema de gestão — e cada indicador tem meta, frequência e responsável.
Os 7 painéis que toda diretoria deveria ter
- OEE por linha e turno — Disponibilidade, Performance e Qualidade com a meta de cada fator.
- Pareto de perdas em R$ — paradas convertidas em horas e em dinheiro, para priorizar.
- Previsto x realizado — produção acumulada contra o plano do PCP, dia a dia.
- Rendimento de matéria-prima — quanto de cada produto saiu do que entrou, por lote e por safra.
- Qualidade por lote — aprovados, bloqueados, análises fora do limite e aflatoxina.
- Estoque e contratos — o que está vendido, vinculado, pronto para expedir e sem contrato.
- Manutenção — backlog de OS, MTBF, MTTR e corretivas x preventivas.
Regras para os números baterem
- Uma única fonte para cada dado — nada de planilha paralela "corrigida".
- Catálogos fechados (motivos de parada, produtos, defeitos) em vez de texto livre.
- Atualização automática: o painel lê os dados, ninguém copia e cola.
- Uma página por decisão. Se o painel precisa de legenda longa, está complexo demais.
Do painel à rotina de gestão
O painel só gera resultado quando entra na rotina: reunião diária de 15 minutos na linha, semanal por área e mensal com a diretoria, sempre olhando os mesmos números e o plano de ação de cada desvio.
Foi assim que nasceu o ProNuts ERP: apontamento no chão de fábrica, qualidade, rastreabilidade, contratos e manutenção no mesmo lugar, com os painéis atualizados em tempo real.




